quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Taça Malhado (Interno da AAIG) - Resenha

Oi, pessoal. No sábado passado foi realizado mais um dos torneios da AAIG, desta vez o desafio que aguardava alguns dos melhores do estado e eu era a taça Malhado, que dá início às disputas internas da associação. Mesmo sem fazer parte da federação de futebol de mesa do estado do Rio de Janeiro (FEFUMERJ), a AAIG e seus torneios se caracterizam pelo alto nível de jogo, partidas focadas mais no ataque e também pelo clima de cordialidade e diversão, fatores pelos quais os prezo muito. Nesta edição do campeonato fomos divididos em dois grupos de 4 jogadores, sendo que os dois melhores colocados avançariam às semifinais. Mal sabia eu que coisas estranhas (porém muito boas) aconteceriam... Em um grupo que tinha o inspirado Claudio Moreira e seu irmão, consegui o milagre de passar em segundo lugar, o que me dava um lugar na semifinais, que teriam outra surpresa: Rafael, o membro mais novo do clã Moreira, passou em primeiro no seu grupo, deixando ninguém menos que José Waner em terceiro e, por consequência, fora da fase seguinte. Pra piorar as coisas pra mim, nossos caminhos já se cruzariam nas semis... Foi aí que outro milagre aconteceu: depois de um bombardeio do início ao fim, sobrevivi até a decisão por pênaltis, onde (pasmem) acabei ganhando por 2x1 (não me perguntem como, eu também não sei). As coisas só voltaram ao normal no último jogo, onde Claudio me venceu por 2x0 sem nenhum susto. Contudo, pra mim a festa já estava armada e pronta, afinal, esta é a primeiríssima vez em que consigo um resultado tão bacana. O último sábado foi muito legal, em todos os sentidos! Logo abaixo, como de costume, algumas fotos do que rolou:

2 comentários:

  1. Maciel,
    Parabéns. Isso não é sorte é competência. Quem sai para a chuva tem de se molhar. Você conseguiu um guarda chuvas e por essa razão saiu vitorioso, pois ser vice campeão no meio de tantas cobras criadas pe muito bom.
    Abraço
    do Sambaquy

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    1. Teve competência também em alguns momentos, mas foi 80% sorte. Muitos fatores me favoreceram, como o fato de já estar acostumado com as mesas, falhas de adversários que acontecem muito raramente e algujas outras coisas. Contudo, foi muito bacana saber que, apesar de difícil, não é impossível avançar em torneios.

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