domingo, 26 de janeiro de 2014
Resenha - Portuguesa Open 2014
Antes de qualquer coisa, desculpem a falta de postagens, infelizmente não tenho podido escrever para o Maciel Futmesa tanto quanto gostaria, mas cá estou eu, então acho que tá tudo certo, né? Pois bem, uma das coisas que me tirou um pouco o tempo para escrever aqui foi justamente a preparação para o Portuguesa Open deste ano, que contou com boa parte dos melhores jogadores do Rio e mais um cara aleatório, que fui eu (rsrs). Devo confessar que foi o torneio mais complicado que disputei até agora em função do nível técnico dos participantes, mas também foi um dos mais divertidos, pois, apesar das partidas não terem sido mediadas por árbitros, o jogo limpo e a cordialidade imperaram, fazendo com que o evento todo se tornasse mais uma confraternização entre amigos com interesses em comum do que uma competição/batalha. Em suma: foi divertido, teve nível de jogo ótimo e não teve nenhum incidente, o que caracteriza perfeitamente um sucesso. Vamos aos resultados então? Foram disputados 4 torneios em paralelo, que foram as modalidades livre e liso, tanto na categoria especial quanto na sênior, e houve show em todas as chaves. Na categoria especial (liso), Marco Martins (Vasco) se tornou bi-campeão ao vencer Alenio (Portuguesa) nos pênalitis. Já no torneio sênior da modalidade liso, o genial Toninho (Portuguesa) conquistou o título, enquanto Saboia (ECRSP), Pedro Carlos (Portuguesa) e Giltoldo (ABC de Maceió, Alagoas) completaram os quatro primeiros. A modalidade livre não ficou atrás e teve partidas memoráveis e, no torneio sênior, Claudio Golaço (Portuguesa) foi merecidamente o campeão, depois de uma final contra o aniversariante do dia, Claudio Pinho (Light). Thomaz, também da Light, ficou com o terceiro lugar depois de fazer ótima campanha. Já na categoria especial (livre)... Horácio foi imbatível e ganhou o torneio, depois de bater André (ambos da Portuguesa) em uma final daquelas de soltar faíscas, e que só teve vencedor nos penais. Pior pra mim, por ter ficado no mesmo grupo que ele na primeira fase... Contudo, estou certo de que a coisa podia ter sido muito pior que o 3x0 de nosso confronto. Para mim, o Portuguesa Open foi mais um aprendizado do que de fato uma competição que eu pudesse vencer e, olhando dessa forma, meu desempenho não foi decepcionante. No primeiro jogo, tive que me virar para perder por apenas um gol contra um inspirado Halisson (Vasco), contra o Horácio não tive lá muitas chances e, na terceira partida, salvei um ponto ao empatar sem gols com Marcos (Portuguesa), depois de chutar uma bola na trave e sofrer um verdadeiro bombardeio. Dados os resultados, agora me resta agradecer o convite dos amigos da AAP, que me proporcionaram um dia muito agradável, pelo qual sou grato. Como de costume, agora vêm as fotos e uma arte para botões:
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