domingo, 16 de março de 2014

2-Hit Combo - Copa da Folia e Copa Jorge Moreira

Oi, povo. Devido a uns problemas pessoais e um período sem internet eu acabei não podendo postar no dia a resenha de um dos torneios mais bacanas dos últimos tempos: a Copa da Folia, que foi jogada no último dia 8 nas dependências da A.A. Light. Divididos entre as categorias Especial e Master, os botonistas participantes jogaram entre si em turno único para ver quem era o campeão e, quem sabe, desbancar o TREMENDO Horácio na Especial. Já na Master a coisa era uma briga de foice no escuro, já que Marcos Moysés (ECRSP), Thomaz (Light), Pedro Carlos (AAP) e Claudio Pinho(Light) eram alguns dos participantes. No meio disso tudo, este que vos fala tentava ao menos não ficar em último na Especial, o que já seria uma façanha para alguém com menos de um ano de experiência, e não é que a coisa foi melhor que o esperado? Enquanto Horácio encaminhava o sexto título em sete edições do torneio e André Machado o seguia de perto em uma competição que só veria um campeão na última rodada, eu fui somando pontos aos trancos e barrancos até empatar com Marcos (AAP) na terceira posição. Contudo, como nada nessa vida é belo, na decisão por pênaltis eu acabei perdendo, Marcos ficou com o merecido terceiro lugar e completou um pódio todo da Portuguesa, com o TREMENDO campeão Horácio e André Machado, o segundo colocado. Eu ainda levei pra casa um diploma de quarto lugar, que era mais do que eu imaginava conseguir. Na Master, Moysés e seu santo goleiro com a figura do Papa Francisco (pra combinar com o time do San Lorenzo dele) venceram, com Thomaz em segundo.
Já ontem, dia 15, um outro desafio me aguardava: a Copa Jorge Moreira, torneio da AAIG, associação não federada à FEFUMERJ. Fomos divididos os participantes em dois grupos de quatro jogadores, onde os dois melhores avançavam às semifinais, enquanto os dois últimos disputariam o recém-criado Módulo 2. Em um grupo onde enfrentei Claudio Pinho e Claudio Moreira, não foi nenhum espanto que eu fosse eliminado de cara, contudo, eu dei um bocado de trabalho ao empatar as duas primeiras partidas e coneguir acompanhar o ritmo de jogo de um inspirado Claudio Moreira, que só me venceria na última bola do jogo, por 3x2. No outro grupo, André Machado e Waner passaram de fase derrotaram os Claudios para fazer a final, que André só venceria nos pênaltis. Para mim, a disputa continuava, mas no Módulo 2. Após três partidas com tempo reduzido, eu pude comemorar meu primeiro título no futmesa ao ficar em primeiro lugar, o que me rendeu a menor medalha do mundo, mas que tem um significado gigante e me motiva em minha busca pelo acesso na Série Bronze, competição oficial e que conta pontos para o ranking que compõe os campeonatos estaduais do Disco no Rio de Janeiro. A missão é difícil, mas farei o melhor que conseguir e contarei aqui o que aconteceu. Enquanto isso não acontece, eu os deixo com mais fotos:

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Torneio Início (Livre) - Agora a Coisa Ficou Séria!

Ola! O prato do dia é a resenha do primeiro torneio oficial da regra 1 toque na modalidade livre. O Torneio Início (jogado dessa vez nas dependências recém reformadas da Portuguesa Carioca) marca, obviamente, o começo das competições da FEFUMERJ, e devido ao fato de ser aberto a jogadores de todas as séries e categorias, é também o que tem mais participantes. Não é incomum ver um garoto do Sub-20 jogando contra alguém da Master nesse tipo de competição e, devo dizer, é justamente esse um dos fatores que dão mais charme para a competição, que foi disputada no sistema de dupla eliminação, também conhecido como "complicado pra caramba". O que você precisa saber da tabela é simples: quem vence avança no torneio, quem perde tem outra chance. Perdeu a segunda partida, está eliminado... Em virtude do número de jogadores envolvidos (32 inscritos, faltas), as partidas tiveram tempo único de 30 minutos, o que forçou partidas mais movimentadas, já que todos queriam evitar os pênaltis, e as mudanças propostas para a regra 1 toque foram testadas. Praticamente todos os jogadores de ponta estiveram na disputa, junto com muitos outros, inclusive eu, o autor dessa resenha que você está lendo agora. O que posso dizer sobre os jogos sem ser óbvio? O nível das partidas foi o melhor possível e mais uma vez o fair play reinou absoluto. Quanto aos resultados, nenhuma grande surpresa: Alenio Cheble venceu mais um torneio, dessa vez vencendo Julio Cossito em uma final inteira da Portuguesa, na Portuguesa. Também se destacaram com campanhas interessantes Marcos Moysés (ECRSP), Marquinhos (Vasco) e Saboia (ECRSP). Mas e quanto a mim? Bom, pra quem nunca havia disputado uma competição oficial, não fui tão mal assim, só não tive muita sorte com a tabela. Depois de uma partida complicada contra o Barbosa (Vasco) que venci completamente por acaso, o caos tomou conta de minha vida quando, na segunda rodada, tive que enfrentar Marquinhos e seus botões do Paysandu. A diferença de habilidade é enorme, e a partida acabou com o placar de 2x0 para o campeão do Torneio Início da modalidade Liso (disputado no dia 8). Com uma derrota na bagagem, imaginei que nada poderia ser pior, mas estava enganado: a partida que eu não podia perder era contra Alenio, o Gênio. Sabendo que a situação era muito complicada, procurei me defender como dava, mas eu não venceria o jogo nem se meu time tivesse 20 botões e o dele 3. Depois de dois gols e 4 bolas na minha trave, me livrei de tomar uma sacolada de 6 gols, mas não me livrei de uma eliminação na terceira partida. Apesar de curta, minha participação foi produtiva, e aproveitei as mesas livres para treinar um bocado com os amigos André Machado e Pedro (ambos da Portuguesa) enquanto não era escalado para arbitrar partidas. No final, foi mais um dia agradável e agora me resta a preparação pra próxima vez. Logo abaixo estão algumas fotos do dia de ontem:

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Taça Malhado (Interno da AAIG) - Resenha

Oi, pessoal. No sábado passado foi realizado mais um dos torneios da AAIG, desta vez o desafio que aguardava alguns dos melhores do estado e eu era a taça Malhado, que dá início às disputas internas da associação. Mesmo sem fazer parte da federação de futebol de mesa do estado do Rio de Janeiro (FEFUMERJ), a AAIG e seus torneios se caracterizam pelo alto nível de jogo, partidas focadas mais no ataque e também pelo clima de cordialidade e diversão, fatores pelos quais os prezo muito. Nesta edição do campeonato fomos divididos em dois grupos de 4 jogadores, sendo que os dois melhores colocados avançariam às semifinais. Mal sabia eu que coisas estranhas (porém muito boas) aconteceriam... Em um grupo que tinha o inspirado Claudio Moreira e seu irmão, consegui o milagre de passar em segundo lugar, o que me dava um lugar na semifinais, que teriam outra surpresa: Rafael, o membro mais novo do clã Moreira, passou em primeiro no seu grupo, deixando ninguém menos que José Waner em terceiro e, por consequência, fora da fase seguinte. Pra piorar as coisas pra mim, nossos caminhos já se cruzariam nas semis... Foi aí que outro milagre aconteceu: depois de um bombardeio do início ao fim, sobrevivi até a decisão por pênaltis, onde (pasmem) acabei ganhando por 2x1 (não me perguntem como, eu também não sei). As coisas só voltaram ao normal no último jogo, onde Claudio me venceu por 2x0 sem nenhum susto. Contudo, pra mim a festa já estava armada e pronta, afinal, esta é a primeiríssima vez em que consigo um resultado tão bacana. O último sábado foi muito legal, em todos os sentidos! Logo abaixo, como de costume, algumas fotos do que rolou:

domingo, 26 de janeiro de 2014

Resenha - Portuguesa Open 2014

Antes de qualquer coisa, desculpem a falta de postagens, infelizmente não tenho podido escrever para o Maciel Futmesa tanto quanto gostaria, mas cá estou eu, então acho que tá tudo certo, né? Pois bem, uma das coisas que me tirou um pouco o tempo para escrever aqui foi justamente a preparação para o Portuguesa Open deste ano, que contou com boa parte dos melhores jogadores do Rio e mais um cara aleatório, que fui eu (rsrs). Devo confessar que foi o torneio mais complicado que disputei até agora em função do nível técnico dos participantes, mas também foi um dos mais divertidos, pois, apesar das partidas não terem sido mediadas por árbitros, o jogo limpo e a cordialidade imperaram, fazendo com que o evento todo se tornasse mais uma confraternização entre amigos com interesses em comum do que uma competição/batalha. Em suma: foi divertido, teve nível de jogo ótimo e não teve nenhum incidente, o que caracteriza perfeitamente um sucesso. Vamos aos resultados então? Foram disputados 4 torneios em paralelo, que foram as modalidades livre e liso, tanto na categoria especial quanto na sênior, e houve show em todas as chaves. Na categoria especial (liso), Marco Martins (Vasco) se tornou bi-campeão ao vencer Alenio (Portuguesa) nos pênalitis. Já no torneio sênior da modalidade liso, o genial Toninho (Portuguesa) conquistou o título, enquanto Saboia (ECRSP), Pedro Carlos (Portuguesa) e Giltoldo (ABC de Maceió, Alagoas) completaram os quatro primeiros. A modalidade livre não ficou atrás e teve partidas memoráveis e, no torneio sênior, Claudio Golaço (Portuguesa) foi merecidamente o campeão, depois de uma final contra o aniversariante do dia, Claudio Pinho (Light). Thomaz, também da Light, ficou com o terceiro lugar depois de fazer ótima campanha. Já na categoria especial (livre)... Horácio foi imbatível e ganhou o torneio, depois de bater André (ambos da Portuguesa) em uma final daquelas de soltar faíscas, e que só teve vencedor nos penais. Pior pra mim, por ter ficado no mesmo grupo que ele na primeira fase... Contudo, estou certo de que a coisa podia ter sido muito pior que o 3x0 de nosso confronto. Para mim, o Portuguesa Open foi mais um aprendizado do que de fato uma competição que eu pudesse vencer e, olhando dessa forma, meu desempenho não foi decepcionante. No primeiro jogo, tive que me virar para perder por apenas um gol contra um inspirado Halisson (Vasco), contra o Horácio não tive lá muitas chances e, na terceira partida, salvei um ponto ao empatar sem gols com Marcos (Portuguesa), depois de chutar uma bola na trave e sofrer um verdadeiro bombardeio. Dados os resultados, agora me resta agradecer o convite dos amigos da AAP, que me proporcionaram um dia muito agradável, pelo qual sou grato. Como de costume, agora vêm as fotos e uma arte para botões:

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Futmesa no Rio - Clubes: Vasco da Gama

Depois de uma (não tão) breve pause de fim de ano, o Maciel Futmesa está de volta às suas atividades normais, trazendo dessa vez a continuação da série sobre os clubes do Rio. Fundado em 1989, é um dos clubes esportivos mais antigos do Brasil, e seu nome se deve ao quarto centenário da viagem do navegador, que se completava naquele ano. No uniforme, o preto representa os mares obscuros enfrentados por Vasco da Gama na fatídica navegação, enquanto o branco era referência o estandarte recebido de D. Manuel. Munido de tantas referências nauticas, o Vasco começaria sua história não muito surpreendentemente no remo, e não demoraria muito para que o sucesso aparecesse no horizonte: em 1899 já havia conquistado sua primeira vitória das 46 que tem até o momento no Campeonato Carioca de Remo. No futebol as coisas não foram muito diferentes: após um começo meio estranho em 1916, conquistou série B da Primeira Divisão Carioca em 1922, o que credenciou o time a disputar o campeonato principal no ano seguinte, quando o Vasco venceria seu primeiro estadual logo em sua estréia. Em 1948, tornou-se campeão sul-americano de clubes e, anos depois, este seria reconhecido como um título continental pela CONMEBOL, que o equiparou à Libertadores (considera-se que o Sul-Americano de Clubes é a competição antecessora da Libertadores). Até hoje, clube de São Januário conquistou 22 estaduais, 4 brasileiros, 1 sul-americano, 1 libertadores, 1 Copa do Brasil, além de uma quantidade assombrosa de outros torneios diversos. Disputará a série B do Campeonato Brasileiro em 2014. Com uma história tão rica no futebol, não é nenhum espanto que as expectativas sejam muito grandes quando o Vasco da Gama se aventura em outros espores, e no futmesa a situação é a mesma. Ciente de que tem um nome a zelar, o departamento de futmesa do Vasco prima pela sua organização, seriedade e também pelo nível técnico de seus atletas. É o clube carioca mais vitorioso no futebol de mesa e é reconhecido como força também internacionalmente, além de ser o primeiro campeão sul-americano de clubes de futebol de mesa. Caracterizado pelo seu pioneirismo, é representado em todas as categorias e modalidades do futmesa, incluindo as regras experimentais e estrangeiras. Como já é costume, teremos uma arte para botões, dessa vez baseada no uniforme alternativo do Gigante da Colina. Mesmo sedo botafoguense, eu acho aquela camisa espetacular...

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Copa Juliana Moreira (Eu Estive Lá!): MARAVILHA!

No último sábado foi disputado na AAIG (ainda não inscrita na FEFUMERJ) a Copa Juliana Moreira. Ela foi o último evento do calendário da associação e possivelmente o fechamento do ano para boa parte de seus participantes, dentre eles, o autor deste texto. O que posso dizer? Não podia ter sido melhor, dado o clima agradável, a cordialidade dos técnicos e o nível da competição. Contando com jogadores bem colocados no Estadual Sub-18, um campeão da Copa do Brasil, o atual campeão do Módulo Vermelho do torneio interno da A.A. Light e mais gente que joga bem, o torneio tinha tudo para ser um pesadelo dos piores pro iniciante aqui... Mas não foi. Para a surpresa geral (e minha também), o Maciel F.C. , aos trancos e barrancos, marcou seus pontos e, pasmem, venceu duas partidas! Devo confessar que fiquei muito contente por ter jogado razoavelmente bem de pois de levar 6 meses ininterruptos de pancadas... Enquanto eu tentava fazer o inimaginável, na parte de cima da tabela André Machado e seu time do Vasco não paravam de vencer partidas e, com muita justiça, o atleta da AAP foi o campeão do dia marcando 15 pontos. Outros destaques foram Waner e seu Stel Vila São Jorge (sexto lugar, 10 pontos), a Portuguesa de Claudio Moreira, que tentava vencer o campeonato batizado com o nome de sua filha (quarto lugar, 12 pontos) e o Flamengo de Claudio Golaço (terceiro lugar, também com 12 pontos). E quanto a mim? Ah, não muito atrás desse povo todo, eu consegui um sétimo lugar (dentre 9 participantes) com meus 9 pontos... Resta agora uma última coisa: agradecer pelo convite, pela oportunidade de treinar e pelo ótimo tratamento. Abaixo, fotos da competição e mais uma arte para botões:

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Futmesa no Rio - Clubes: A.A. Portuguesa

Bom, esse texto saiu atrasado, mas saiu! Hoje a associação homenageada é a Portuguesa da Ilha do Governador. Fundada em 17 de dezembro de 1924 (sim, fez aniversário agorinha), a Associação Atlética Portuguesa surgiu após uma excursão dos empresários Constantino Paiva e Joaquim Martins Leal à cidade de Santos, na qual disputaram uma partida de futebol com empregados e seus colegas santistas. Satisfeitos e animados com o resultado, 1x1, os participantes, em sua maioria portugueses, acabaram por criar a AAP. Filiou-se em 1926 a Liga Brasileira de Desportos, que era uma sub-entidade da Associação Metropolitana de Esportes Atléticos, que era o órgão regente do futebol naquele tempo.Disputando campeonatos e séries variadas, chegando a ser campeã na Associação de Futebol do Rio de Janeiro, em 1939. Contudo, essa não seria o principal feito da Lusnha no futebol, a admirável equipe que tem a zebra como mascote viria a espantar muita gente durante as várias excursões internacionais que fez entre as décadas de 50 e 70, sendo que numa delas, pasmem, a AAP viria a derrotar nada menos que o Real Madrid por 2x1 jogando no Santiago Bernabeu em 1969. Em 1976 outro espanto viria com o título do Torneio Internacional Otávio Pinto Guimarães, conquistado em São Januário com uma vitória sobre o gigante Benfica por um incontestável 3x1. Outros resultados dignos de nota são as vitórias contra o Wisla Krakow (Polônia) e o TP Englebert, que depois viria a se chamar Mazembe (Sim, AQUELE Mazembe). Atualmente a Portuguesa disputa a segunda divisão do futebol carioca. Já no futmesa, a AAP conseguiu feitos que, reservadas as proporções, são condizentes com a história e as glórias conquistadas no futebol. Uma das equipes mais fortes do estado do Rio de Janeiro, foi a primeira equipe campeã em um Brasileiro de Equipes (2009), além de ter em seus quadros Alenio Cheble, o único técnico campeão brasileiro em 3 modalidades diferentes, a quem eu arrisco chamar de Messi do botão. Pessoalmente falando, o fato que mais me impressiona é que, apesar da Portuguesa sempre estar no topo de praticamente tudo que disputa, isso não cria em seus atletas nenhum tipo de marra, preciosismo ou comportamento chiliquento de forma alguma. Tendo jogado algumas partidas ali, tudo o que vi em 99% das ocasiões foi gente bacana se divertindo e jogando em alto nível. Gosto muito do pessoal de lá. Como já virou costume, tamos aqui mais duas artes para times, uma da própria AAP e outra da Alemanha de 2002: