quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Copa Juliana Moreira (Eu Estive Lá!): MARAVILHA!

No último sábado foi disputado na AAIG (ainda não inscrita na FEFUMERJ) a Copa Juliana Moreira. Ela foi o último evento do calendário da associação e possivelmente o fechamento do ano para boa parte de seus participantes, dentre eles, o autor deste texto. O que posso dizer? Não podia ter sido melhor, dado o clima agradável, a cordialidade dos técnicos e o nível da competição. Contando com jogadores bem colocados no Estadual Sub-18, um campeão da Copa do Brasil, o atual campeão do Módulo Vermelho do torneio interno da A.A. Light e mais gente que joga bem, o torneio tinha tudo para ser um pesadelo dos piores pro iniciante aqui... Mas não foi. Para a surpresa geral (e minha também), o Maciel F.C. , aos trancos e barrancos, marcou seus pontos e, pasmem, venceu duas partidas! Devo confessar que fiquei muito contente por ter jogado razoavelmente bem de pois de levar 6 meses ininterruptos de pancadas... Enquanto eu tentava fazer o inimaginável, na parte de cima da tabela André Machado e seu time do Vasco não paravam de vencer partidas e, com muita justiça, o atleta da AAP foi o campeão do dia marcando 15 pontos. Outros destaques foram Waner e seu Stel Vila São Jorge (sexto lugar, 10 pontos), a Portuguesa de Claudio Moreira, que tentava vencer o campeonato batizado com o nome de sua filha (quarto lugar, 12 pontos) e o Flamengo de Claudio Golaço (terceiro lugar, também com 12 pontos). E quanto a mim? Ah, não muito atrás desse povo todo, eu consegui um sétimo lugar (dentre 9 participantes) com meus 9 pontos... Resta agora uma última coisa: agradecer pelo convite, pela oportunidade de treinar e pelo ótimo tratamento. Abaixo, fotos da competição e mais uma arte para botões:

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Futmesa no Rio - Clubes: A.A. Portuguesa

Bom, esse texto saiu atrasado, mas saiu! Hoje a associação homenageada é a Portuguesa da Ilha do Governador. Fundada em 17 de dezembro de 1924 (sim, fez aniversário agorinha), a Associação Atlética Portuguesa surgiu após uma excursão dos empresários Constantino Paiva e Joaquim Martins Leal à cidade de Santos, na qual disputaram uma partida de futebol com empregados e seus colegas santistas. Satisfeitos e animados com o resultado, 1x1, os participantes, em sua maioria portugueses, acabaram por criar a AAP. Filiou-se em 1926 a Liga Brasileira de Desportos, que era uma sub-entidade da Associação Metropolitana de Esportes Atléticos, que era o órgão regente do futebol naquele tempo.Disputando campeonatos e séries variadas, chegando a ser campeã na Associação de Futebol do Rio de Janeiro, em 1939. Contudo, essa não seria o principal feito da Lusnha no futebol, a admirável equipe que tem a zebra como mascote viria a espantar muita gente durante as várias excursões internacionais que fez entre as décadas de 50 e 70, sendo que numa delas, pasmem, a AAP viria a derrotar nada menos que o Real Madrid por 2x1 jogando no Santiago Bernabeu em 1969. Em 1976 outro espanto viria com o título do Torneio Internacional Otávio Pinto Guimarães, conquistado em São Januário com uma vitória sobre o gigante Benfica por um incontestável 3x1. Outros resultados dignos de nota são as vitórias contra o Wisla Krakow (Polônia) e o TP Englebert, que depois viria a se chamar Mazembe (Sim, AQUELE Mazembe). Atualmente a Portuguesa disputa a segunda divisão do futebol carioca. Já no futmesa, a AAP conseguiu feitos que, reservadas as proporções, são condizentes com a história e as glórias conquistadas no futebol. Uma das equipes mais fortes do estado do Rio de Janeiro, foi a primeira equipe campeã em um Brasileiro de Equipes (2009), além de ter em seus quadros Alenio Cheble, o único técnico campeão brasileiro em 3 modalidades diferentes, a quem eu arrisco chamar de Messi do botão. Pessoalmente falando, o fato que mais me impressiona é que, apesar da Portuguesa sempre estar no topo de praticamente tudo que disputa, isso não cria em seus atletas nenhum tipo de marra, preciosismo ou comportamento chiliquento de forma alguma. Tendo jogado algumas partidas ali, tudo o que vi em 99% das ocasiões foi gente bacana se divertindo e jogando em alto nível. Gosto muito do pessoal de lá. Como já virou costume, tamos aqui mais duas artes para times, uma da própria AAP e outra da Alemanha de 2002:

domingo, 15 de dezembro de 2013

Disco em Quinta Marcha

Em conversas recentes com amigos adeptos da regra 1 toque, percebi uma crescente preocupação com a dinâmica do jogo na modalidade livre (cavado), que muitos consideram ser muito travado em função de recursos usados para a defesa. Pelo que percebo, alguns querem o jogo mais ofensivo, mais gols, mais chutes, mais tudo. Mais tudo não, defesa eles querem menos... Discutem-se até mesmo mudanças adicionais às regras, que já não nos permitirão mais posicionar goleiros para receber atrasadas, nos obrigarão a ter um botão a mais no campo de ataque na ocasião dos tiros de meta, fora outras mudanças menores. Tudo isso feito para que se tenha um jogo "melhor". Mas peraê, o conceito de "melhor", não somente é relativo, como também depende de uma base de comparação. A verdade é que o conceito de um jogo melhor foi confundido com um jogo ofensivo, meio que na quinta marcha, mais parecido com o liso, que pessoalmente não me agrada muito. Tendo tudo isso em vista, eu me pergunto se alterar tanto o jogo realmente é necessário ou certo. É correto, em função de um jogo mais dinâmico, prejudicar 90% do que se faz para defender? Não é justamente a contagem baixa de gols e o caráter mais estratégico e fechado do jogo com cavados grande parte da graça do jogo? Como um novato (isso eu falo advogando em causa própria) poderá se defender com um aumento de restrições tão grande? Honestamente, eu sempre tive a convicção de que na regra 1 toque, quem gosta de atacar joga liso, quem prefere um jogo que encurta a diferença entre os técnicos, joga cavado. Restringir medidas defensivas não torna o jogo mais legal, só aumenta a diferença entre novatos e veteranos, bons jogadores e jogadores medianos, e isso causa frustração, ninguém gosta de apanhar sem ter como se proteger. Se levada adiante, essa tendência de alterações nas regras criará uma diferença muito grande entre jogadores, fazendo com que fique cada vez mais difícil um "nanico" vencer um bom jogador, e não acho que isso seja bom para o esporte. Como já virou costume deste blog, mais uma arte de time. Dessa vez, mais uma equipe "exótica": o Sheriff F.C., da Moldávia. Criado em 1997, este time relativamente novo se tornou em pouquíssimo tempo o maior vencedor do campeonato de seu país e figurinha carimbada nas primeiras fases da Liga Europa. Apesar de estar quase todo ano lá, o Sheriff ainda não teve muita sorte e não avançou às fases finais.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Futmesa no Rio - Clubes: A. A. Light

Antes de qualquer coisa, gostaria de avisar aos interessados que, ao menos por enquanto, as atualizações do Maciel Futmesa se darão às quartas e nos fins de semana, ok? Vamos ao post! Fundada há mais de 80 anos e situada no bairro do Grajaú, a Associação Atlética Light possui um papel fundamental na modalidade Disco que não passa desapercebido por todos os envolvidos e iniciados no esporte. Ao estarem sempre dispostos a abrir suas portas a novos jogadores ou atletas de outras agremiações que por motivos diversos vão ali para treinar, os botonistas do Departamento de Futmesa da AAL fazem menos a função de oponentes e mais a de embaixadores da regra 1 toque no Rio de Janeiro. Seus 12 anos (14 se contados os dois anos anteriores a criação formal do departamento de futmesa, que viria a se filiar à FEFUMERJ somente em 2005) fazem com que esta seja uma das mais antigas agremiações dentre as que disputam a regra 1 toque atualmente. Contudo, esse tempo não serviu para criar animosidade e rivalidades com outros clubes, muito pelo contrário: a filosofia que reina na AAL é a da cooperação, da amizade, do respeito mútuo e da cordialidade. Os resultados não são priorizados ali, mas vêm naturalmente, como o recente terceiro lugar no Estadual de Equipes Regra 1 toque (Livre), cuja resenha pode ser encontrada nos arquivos deste blog. Em suma, esta postagem fala dos "boas praças" da federação, com os quais tenho a satisfação de jogar (menos o Bom Velhinho, não gosto de jogar com ele não, rsrs). Logo abaixo temos uma arte baseada na camisa usada pelos técnicos da AAL em competições oficiais, e, como bônus, outras duas artes, uma baseada no uniforme atual do México que será usado no mundial e a outra baseada no uniforme da Alemanha de 2002:

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Futmesa no Rio - Clubes: E.C. Rio São Paulo

Depois de matutar um bocado sobre como ser relevante quando não se tem campeonatos sobre os quais escrever, pensei em fazer um pequeno apanhado da história de algumas das associações que disputam torneios oficiais. Junto com os textos, estou preparando artes bacanas baseadas nas camisas de jogo dos clubes. Bom, tendo dito isso, optei por começar falando da agremiação da qual faço parte: o Esporte Clube Rio São Paulo. Fundado em 9 de outubro de 1952, o ECRSP tem como suas cores o preto e o branco em virtude da paixão de seu fundador, Flávio Teixeira dos Santos, pelo Botafogo (vai entender, tem gosto pra tudo). O mascote/símbolo do time é a águia. Já o nome, considerado por alguns como inusitado, se justifica pelo nome original da estrada próxima a sede do clube. A Estrada Intendente Magalhães, atualmente um grande polo de vendas de automóveis e local onde se situa a escola de samba Tradição (aquela do samba sobre Silvio Santos), chamava-se Estrada Rio São Paulo. Apesar de existir há mais de 60 anos, sua participação no futebol profissional é bastante recente. Após se filiar à FFERJ em 2005, O alvinegro de Campinho passou a disputar a terceira divisão do Campeonato Carioca, sempre com participações discretas. Em função de problemas diversos, o ECRSP se viu forçado a abandonar o futebol profissional em 2008, ficando ausente até 2010, ano que também marcou a formação de sua equipe de Futmesa. Em sua curtíssima história nas mesas, a equipe conseguiu feitos notáveis ou mesmo brilhantes, apesar da evidente dificuldade em obter recursos e da necessidade de treinar seus atletas em outros clubes, uma vez que o mesmo não possui instalações próprias. Contando com muita força de vontade, amor ao esporte e com a boa vontade das agremiações que gentilmente cedem suas instalações, às quais agradeço (eu mesmo treino na A.A. Light), o ECRSP conseguiu conquistar até o momento 2 Taças Guanabara com João Paulo Volpato e Luis Sabóia, um vice-campeonato Carioca com Marcos Moysés, uma terceira colocação e o vice-campeonato (invicto) no Brasileiro Categoria Livre com Moysés e Sabóia respectivamente, além da Copa do Brasil Master (Liso) e do título de Campeão Brasileiro Comerciário de José Waner. Honestamente, ainda não sei como fui aceito pra jogar com eles... Próximo clube na lista? ah, será a A.A. Light, do Grajaú. Como prometido, aí vai uma arte baseada na camisa de jogo mais recente do Rio São Paulo:

sábado, 30 de novembro de 2013

Entrei de Gaiato no Navio... E Ele Naufragou! (Estadual de Equipes RJ)

Bom, foi realizado neste sábado, nas dependências do Vasco da Gama, o Estadual de Equipes da modalidade disco, categoria livre, ou categoria disco, modalidade livre (vou morrer sem saber a forma correta, desencanei disso). Como bom entusiasta do esporte e membro da equipe do E.C. Rio São Paulo (apesar de não estar inscrito na federação, já faço parte dos quadros de minha equipe), que tentava repetir as performances que deram ao trio do time de Campinho um vice-campeonato brasileiro para Sabóia, um terceiro lugar na mesma competição para Moysés e, um título na Copa do Brasil (categoria liso)para Waner. Apesar da qualidade dos técnicos, sabíamos que a missão era dura, duríssima (ui), pois os adversários também não eram bobões completos, figurando entre eles campeões estaduais, brasileiros e uma pá de gente muito habilidosa. A tabela também não foi piedosa conosco ao nos colocar na mesma chave que as duas associações favoritas ao título: a Portuguesa-RJ e a AFUMIG... Estava formada a tempestade perfeita que poderia transformar nossa jornada rumo ao título em um belíssimo naufrágio (mantendo o tema naval, náutico do título desse post). Poderia não, pôde... Uma pouco inspirada equipe do Rio São Paulo foi derrotada nas três partidas contra a AFUMIG, apesar das partidas terem sido bastante disputadas. Agora só nos restava vencer o confronto com a Portuguesa para prosseguir na competição, mas isso também não aconteceu. Cientes de que precisávamos do resultado, buscamos a vitória a todo custo, e com resultados devastadores. Sabóia foi derrotado por 7x0 em sua partida contra Horácio, Waner tentou, mas não conseguiu segurar o gênio Alenio Cheble enquanto Moysés empatou seu jogo, dando ao ECRSP seu único ponto no campeonato inteiro. Durante as partidas eu fiquei limitado a tarefas de apoio, como informar aos titulares os placares das outras mesas, comprar água e afins, coisas que fiz muito bem. Com a eliminação, pude curtir um pouco mais o torneio e assistir melhor as partidas que continuavam a acontecer, dessa vez valendo pelas semifinais: Urubuzada x AFUMIG e A.A. Light x Portuguesa, e as vitórias das duas equipes da Ilha do Governador somente nos mostraram quão difícil foi o nosso grupo! Na final, a AFUMIG se tornaria bi-campeã. Gostaria de agradecer pela recepção dos anfitriões do Vasco e parabenizar a todos pelo ótimo nível do campeonato, onde pude aprender um ou dois truques novos assistindo os jogos. Me aguardem, ano que vem estarei nessa! Abaixo as fotos das equipes da Portuguesa, AFUMIG e Rio São Paulo`:
Fonte: http://www.futmesalight.blogspot.com.br/

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Palhetada Inicial!

Bom, primeiras postagens ou primeiros textos são meio estranhos de serem feitos, pois você não sabe direito o que fazer ou como proceder nessa nova aventura de escrever sobre alguma coisa que lhe interessa. Comigo não é diferente, essa pequena introdução é somente uma forma que encontrei pra tentar organizar minhas idéias para este texto, que deve conter algumas informações do que você, caro leitor, encontrará aqui. Bom, o que posso dizer? O blog se chama "Maciel Futmesa", o que o coloca no ranking dos 100 blogs com título mais auto-explicativos do planeta com certeza! Aqui um camaradinha chamado Maciel (eu mesmo) falará de uma de suas coisas favoritas nesse mundo, o futebol de mesa, também conhecido como jogo de botão. Vocês poderão acompanhar minhas (des)interessantes desventuras pelo esporte (pode jogar no Google, é reconhecido como tal desde 1988), meus resultados que variam entre patético e pífio, além de resenhas e crônicas sobre futmesa e, vez ou outra, colocarei também modelos de botões que eu faço no Photoshop da vida. Para celebrar esse primeiro contato com vocês, aí vai um modelo que fiz baseado no uniforme da seleção de Gibraltar, que pode não ser uma tremenda potência no futebol, começou agorinha no cenário internacional sério, MAS que tem representação em outras modalidades, como o subbuteo (sim, existe uma associação gibraltina de subbuteo).